quinta-feira, 7 de março de 2013


Ano da Fé: Vaticano divulga Carta Apostólica de Bento XVI
Leonardo Meira
Da Redação

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''A porta da fé está sempre aberta para nós'', escreve o Papa na Carta Apostólica
O Vaticano divulgou a Carta Apostólica com a qual o PapaBento XVI proclama o Ano da Fé. O documento, intitulado Porta Fidei - A porta da Fé, foi assinado pelo Pontífice em 11 de outubro, mas foi divulgado na manhã desta segunda-feira, 17.

"A PORTA DA FÉ, que introduz na vida de comunhão com Deus e permite a entrada na sua Igreja, está sempre aberta para nós. É possível cruzar este limiar, quando a Palavra de Deus é anunciada e o coração se deixa plasmar pela graça que transforma", indica o Santo Padre no início do texto.

"Nesta perspectiva, o Ano da Fé é convite para uma autêntica e renovada conversão ao Senhor, único Salvador do mundo", salienta.

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.: NA ÍNTEGRA: Carta Apostólica Porta Fidei, de Bento XVI

O Ano da Fé iniciará em 11 de outubro de 2012, no 50º aniversário de abertura do Concílio Vaticano II, e terminará em 24 de novembro de 2013, Solenidade de Cristo Rei do Universo. "Será um momento de graça e de empenho para uma sempre mais plena conversão a Deus, para reforçar a nossa fé n'Ele e para anunciá-Lo com alegria ao homem do nosso tempo", explicou o Papa durante a Missa de encerramento do Encontro Novos Evangelizadores para a Nova Evangelização, que presidiu neste domingo, 16, na Basílica Vaticana.

Bento XVI salienta que atravessar a porta da fé é embrenhar-se num caminho que dura a vida inteira. "Este caminho tem início com o Batismo, pelo qual podemos dirigir-nos a Deus com o nome de Pai, e está concluído com a passagem através da morte para a vida eterna", indica.

De fato, desde o início de seu ministério como Sucessor de Pedro, o atual Pontífice sublinha a necessidade de redescobrir o caminho da fé para fazer brilhar, com evidência sempre maior, a alegria e o renovado entusiasmo do encontro com Cristo. "Devemos readquirir o gosto de nos alimentarmos da Palavra de Deus, transmitida fielmente pela Igreja, e do Pão da vida, oferecidos como sustento de quantos são seus discípulos", adverte na Porta Fidei.


Ano da Fé

Não é a primeira vez que a Igreja é chamada a celebrar um Ano da Fé. Já o Servo de Deus Papa Paulo VI, em 1967, proclamou um ano semelhante, para celebrar o 19º centenário do martírio dos apóstolos Pedro e Paulo.

"Pareceu-me que fazer coincidir o início do Ano da Fé com o cinquentenário da abertura do Concílio Vaticano II poderia ser uma ocasião propícia para compreender que os textos deixados em herança pelos Padres Conciliares, segundo as palavras do Beato João Paulo II, 'não perdem o seu valor nem a sua beleza'. [...] Quero aqui repetir com veemência as palavras que disse a propósito do Concílio poucos meses depois da minha eleição para Sucessor de Pedro: 'Se o lermos e recebermos guiados por uma justa hermenêutica, o Concílio pode ser e tornar-se cada vez mais uma grande força para a renovação sempre necessária da Igreja'", escreve Bento XVI na Carta Apostólica divulgada nesta segunda-feira.

Em 11 de Outubro de 2012, além dos 50 anos da convocação do Vaticano II, também se completarão 20 anos da publicação do Catecismo da Igreja Católica, texto promulgado pelo Beato Papa João Paulo II. Conforme Bento XVI, este Ano deverá exprimir um esforço generalizado em prol da redescoberta e do estudo dos conteúdos fundamentais da fé, que têm no Catecismo a sua síntese sistemática e orgânica.

"Assim, no Ano em questão, o Catecismo da Igreja Católica poderá ser um verdadeiro instrumento de apoio da fé, sobretudo para quantos têm a peito a formação dos cristãos, tão determinante no nosso contexto cultural. [...] Com tal finalidade, convidei a Congregação para a Doutrina da Fé a redigir, de comum acordo com os competentes Organismos da Santa Sé, uma Nota, através da qual se ofereçam à Igreja e aos crentes algumas indicações para viver, nos moldes mais eficazes e apropriados, este Ano da Fé ao serviço do crer e do evangelizar", revela.

Da mesma forma, será decisivo
 repassar a história da fé, que faz ver o mistério insondável da santidade entrelaçada com o pecado. O Ano da Fé também será uma ocasião propícia para intensificar o testemunho da caridade. "A fé sem a caridade não dá fruto, e a caridade sem a fé seria um sentimento constantemente à mercê da dúvida. Fé e caridade reclamam-se mutuamente, de tal modo que uma consente à outra de realizar o seu caminho. [...] Possa este Ano da Fé tornar cada vez mais firme a relação com Cristo Senhor, dado que só n’Ele temos a certeza para olhar o futuro e a garantia dum amor autêntico e duradouro. [...] À Mãe de Deus, proclamada «feliz porque acreditou» (cf. Lc 1, 45), confiamos este tempo de graça", escreve.
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Bento XVI: "O cristão não pode jamais pensar que o crer seja um fato privado. A fé é decidir estar com o Senhor, para viver com Ele"
O Bispo de Roma convida também seus Irmãos Bispos de todo o mundo a comemorar o dom precioso da fé. "Queremos celebrar este Ano de forma digna e fecunda. Deverá intensificar-se a reflexão sobre a fé, para ajudar todos os crentes em Cristo a tornarem mais consciente e revigorarem a sua adesão ao Evangelho, sobretudo num momento de profunda mudança como este que a humanidade está a viver. Teremos oportunidade de confessar a fé no Senhor Ressuscitado nas nossas catedrais e nas igrejas do mundo inteiro, nas nossas casas e no meio das nossas famílias, para que cada um sinta fortemente a exigência de conhecer melhor e de transmitir às gerações futuras a fé de sempre. Neste Ano, tanto as comunidades religiosas como as comunidades paroquiais e todas as realidades eclesiais, antigas e novas, encontrarão forma de fazer publicamente profissão do Credo. Desejamos que este Ano suscite, em cada crente, o anseio de confessara fé plenamente e com renovada convicção, com confiança e esperança. Será uma ocasião propícia também para intensificar a celebração da fé na liturgia, particularmente na Eucaristia. [...] Esperamos que o testemunho de vida dos crentes cresça na sua credibilidade. Descobrir novamente os conteúdos da fé professada, celebrada, vivida e rezada e refletir sobre o próprio ato com que se crê, é um compromisso que cada crente deve assumir, sobretudo neste Ano".


Desafios

O Papa analisa que nos dias atuais, mais do que no passado, a fé vê-se sujeita a uma série de interrogativos, que provêm de uma mentalidade que  reduz o âmbito das certezas racionais ao das conquistas científicas e tecnológicas. "Mas a Igreja nunca teve medo de mostrar que não é possível haver qualquer conflito entre fé e ciência autêntica, porque ambas tendem, embora por caminhos diferentes, para a verdade", ensina.

Da mesma forma, o professar com a boca indica que a fé implica um testemunho e um compromisso públicos. "O cristão não pode jamais pensar que o crer seja um fato privado. A fé é decidir estar com o Senhor, para viver com Ele. E este 'estar com Ele' introduz na compreensão das razões pelas quais se acredita. A fé, precisamente porque é um ato da liberdade, exige também assumir a responsabilidade social daquilo que se acredita".

A renovação da Igreja realiza-se também através do testemunho prestado pela vida dos crentes: "de fato, os cristãos são chamados a fazer brilhar, com a sua própria vida no mundo, a Palavra de verdade que o Senhor Jesus nos deixou", adverte.

Por fim, Bento XVI lembra que Jesus Cristo, em todo o tempo, convoca a Igreja, confiando-lhe o anúncio do Evangelho, com um mandato que é sempre novo.

"Por isso, também hoje é necessário um empenho eclesial mais convicto a favor de uma nova evangelização, para descobrir de novo a alegria de crer e reencontrar o entusiasmo de comunicar a fé. Na descoberta diária do seu amor, ganha força e vigor o compromisso missionário dos crentes, que jamais pode faltar. Com efeito, a fé cresce quando é vivida como experiência de um amor recebido e é comunicada como experiência de graça e de alegria. A fé torna-nos fecundos, porque alarga o coração com a esperança e permite oferecer um testemunho que é capaz de gerar.[...] Só acreditando é que a fé cresce e se revigora; não há outra possibilidade de adquirir certeza sobre a própria vida, senão abandonar-se progressivamente nas mãos de um amor que se experimenta cada vez maior porque tem a sua origem em Deus".

terça-feira, 19 de junho de 2012

O SACRAMENTO DA EUCARISTIA


 PEQUENA REFLEXÃO SOBRE SACRAMENTO DA EUCARISTIA
1-Eu quis comer esta ceia agora/ pois vou partir já chegou minha hora...Comei e tomai é meu corpo e meu sangue que dou, vivei no amor, eu vou preparar a ceia na casa do Pai.
- A Eucaristia é Jesus se doando plenamente para a salvação da humanidade e deixando-nos o alimento espiritual que fortalece a nossa fé e esperança na vida eterna, onde Ele nos prepara a nova mesa na casa do Pai.  
2- Só poderemos levar ao irmão/ o calor de um mundo melhor, partilhando com ele o pão do amor/ vem meu Jesus abrasar-me no amor, que és tu feito pão neste altar/ só assim saberemos amar.
- A Eucaristia é Jesus nos envolvendo no amor maior que nos conscientiza da necessidade da partilha. Partilha da fraternidade, do abraço, da compreensão, da escuta do acolhimento, do alimento.
3- É Jesus esse pão da igualdade, viemos prá comungar/ com a luta sofrida do povo que quer; ter voz, ter vez, lugar/ Comungar é tornar-se um perigo, viemos prá incomodar/ com a fé e a união nossos passos um dia, vão chegar.
- A Eucaristia nos fortalece para seguir em frente cumprindo os ensinamentos de Jesus, lutando contra a desigualdade, dando voz aos excluídos e marginalizados da sociedade.
4- Quando é difícil ser bom e ter fé/ na força e poder que Deus é...Ensina-nos Maria a fazer o que Ele disser/ Tudo é possível, nas tuas mãos, ó Senhor, a Eucaristia/ é seu milagre de amor.
- Maria, mãe de Jesus e nossa mãe, discípula e mestra, nos toma pela mão e nos ensina a escutar o seu Filho Jesus e fazer “tudo o que Ele nos disser”.
5- O Pão da vida a Comunhão, nos une a Cristo e aos irmãos/ e nos ensina a abrir as mãos/ para partir, repartir o Pão....  
- É na união plena com Cristo na Eucaristia que nos abrimos para o irmão, amando, perdoando, servindo ao próximo e a comunidade, plantando a semente do Evangelho com alegria e ternura, mostrando, como Jesus ensinou, o caminho que nos leva ao Pai.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

EU SEI...

EU SEI... Eu sei que quando eu pisar naquele chão novamente, depois de vinte e um anos,meu coração vai acelerar, as lágrimas vão teimar em brotar dos meus olhos, um filme vai passar na minha mente, a emoção vai tomar conta de todo o meu ser. Quando eu olhar o mar, quando eu respirar aquele ar, quando eu olhar para o alto e ver o Cristo Redentor de braços abertos, eu sei que, com certeza, eu vou chorar. Vou lembrar momentos felizes, momentos de tristezas, mas vou lembrar. Vou querer ver o lugar da minha infância e adolescência de onde guardo tantas lembranças num dos compartimentos do coração, aquele que a gente não abre prá ninguém e só Deus conhece o segredo para nele penetrar. Eu sei. Vou lembrar muito do meu pai, de quanto ele amava este lugar, de como ele foi importante na minha vida. Ele me ensinou a amar o belo, os esportes, me ensinou a dançar ao som de Green Miller, me deu conselhos que eu guardo até hoje. Eu sei que vou lembrar também o quanto ele sofreu, mas sei também que ele, está feliz, pois de certa forma eu estou alí, nesta terra que ele amava tanto, presente na pessoa da minha filha e isso me proporciona a possibilidade de estar novamente neste lugar. Só tem uma coisa que eu não sei: como vai estar o meu eu, o meu coração quando eu voltar....

sexta-feira, 23 de março de 2012

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012



ORAÇÃO DA INTIMIDADE

Tu que estás acima de nós, Tu que és um dentre nós, Tu que és também em nós.
Que todos te possam ver também em mim.
Que eu possa preparar o caminho para ti, que eu possa agradecer por tudo o que me tem acontecido.
Que eu não esqueça jamais as necessidades dos outros.
Conserva-me em teu amor, assim como tu queres que os outros se conservem no meu.
Que tudo em meu ser se transforme em teu louvor.
Que jamais eu chegue a desesperar; pois estou em tuas mãos e toda força e bondade estão em ti.
Dá-me um espírito puro para que eu te possa ver!
Dá-me um espírito humilde para que eu te possa ouvir!
Dá-me um espírito amoroso para que eu possa te servir!
Dá-me um espírito fiel para que eu possa permanecer em Ti!

(Dag Hammarskjold) Valderes.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012



Somos todos imagens de um Deus que é comunhão, um Deus-comunicação.Por isso, dentro de ti existe uma mina de amor. Para descobrí-la basta encontrar a ti mesmo, em profundidade, lá onde está a fonte do teu ser e do teu agir.
No mais profundo de teu ser sentes a força do amor, da beleza, da bondade. Até mesmo a natureza encontra ressonâncias de beleza e harmonia dentro de ti...
Mas este gozo não é completo: também o gemido cósmico de todas as criaturas encontra eco no teu coração!
"Todas as criaturas...e nós também, sofremos em nós mesmos, porque esperamos que Deus, libertando-nos totalmente, manifeste que somos seus filhos" (Rm 8,23

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012



O AMOR FAZ VOCÊ APRENDER A VIVER

O AMOR FAZ VOCÊ DESCOBRIR AS RIQUEZAS DO SEU SER.

O AMOR FAZ VOCÊ COMEÇAR A OUSAR.

O AMOR FAZ VOCÊ AMAR A VIDA.

VIBRE DE AMOR PORQUE

DEUS TE AMA LOUCAMENTE!